Archive for 29 septiembre 2008

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Recomendá un concierto – Octubre 08

septiembre 29, 08

Entre la variada y abundante agenda de octubre, te proponemos, de avance, estos conciertos. Recomendá los tuyos en los comentarios!

LUNES 6 DE OCTUBRE
Teatro 25 de Mayo – Av. Triunvirato 4444 ( Villa Urquiza )
Trio Jorge Navarro    20,30 hs.
Las entradas serán libres o de muy bajo costo ( $1 ó $2 ) por lo que será conveniente concurrir antes del horario a retirarlas.
    
VIERNES 17 DE OCTUBRE
Jazz& Pop- Paraná 340        Te.4372- 2302
Cuarteto del trompetista uruguayo Daniel Lencina  – 21,30 hs.
Con Jorge Navarro, piano; Jorge Gonzalez, bajo; Eduardo Casalla, bateria.
         ( Llamar por el costo de la entrada )
 
 SABADO 18 DE OCTUBRE
Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires
Centro cultural Recoleta – Junin 1930
Cuarteto del trompetista Daniel Lencina   22hs. 
Con Jorge Navarro, piano; Jorge Gonzalez, bajo; Eduardo Casalla, bateria.
                   ( Entrada libre )
 
VIERNES 31 DE OCTUBRE
 Jazz & Pop – Paraná 340    Te:4372-2302     24hs.
Trio de Eduardo Casalla (bateria); Francisco Lovuolo (piano); Carlos Alvarez (bajo)  
                      Entrada $20
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 JAZZ / OCTUBRE en BANFIELD TEATRO ENSAMBLE
Ciclo Jazz Ensamble

Domingos – 21 hs.

 

En su quinta temporada el ciclo de jazz de BTE continúa reuniendo nuevos y consagrados exponentes del género, en un espacio único en zona sur.

 

5/10. Guillermo Capocci

 

Canciones y sonidos que surcan la improvisación conforman “Milésimas”, primer trabajo discográfico del reconocido guitarrista.

Néstor Lamónica; batería, participación vocal /  Omar Caraffini; teclas, participación vocal /  Cristina de Leonardo; bajo, contrabajo / Guillermo Capocci; guitarras, procesadores, voz / Invitada: Marisa Mayo, voz

12/10. Merlo 2 + Nolé

 

Composiciones de Wayne Shorter, Herbie Hancock, Keith Jarrett y standards de jazz en manos de estos notables músicos que se reúnen nuevamente para presentarse en el ciclo.

 

Ricardo Nolé, piano  / Hernán Merlo, contrabajo / Fermín Merlo, batería

 

19/10. Banda Pallotti. Big Jazz.

 

Clásicos del swing y temas del más moderno funk en versiones para una big band de veinte músicos.

 

Dirección: Gerardo Villar

 

26/10. Nina y el lobo

 

Destacados exponentes del jazz local que proponen en su álbum debut una creativa relectura de temas de Fiona Apple, Pearl Jam, Radiohead y PJ Harvey.

 

Nina Polverino, voz / Ernesto Jodos, wulitzer / Patricio Carpossi, guitarra / Juan Pablo Arredondo, guitarra / Jerónimo Carmona, contrabajo / Carto Brandán, batería

 

2/11. Elefante

 

Composiciones originales de jazz contemporáneo que delinean una estética propia dominada por la improvisación, la tensión entre dinámica e intensidad, y la instrumentación acústica y eléctrica.

 

Sergio Wagner, corneta y flugelhorn / Gonzalo Rodríguez Vicente, saxo tenor / Alan Zimmerman, piano eléctrico Fender Rhodes / Pablo Butelman, guitarra / Juan Manuel Bayón, contrabajo / Andrés Elstein – batería

 

  • Bono contribución: $15 / estudiantes y jubilados 2×1

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El sitio Clube de Jazz de Brasil publicó una nota recordando al Jazz Club de Buenos Aires

septiembre 22, 08

El completísimo sitio brasileño Clube de Jazz publicó una nota sobre la costumbre de escuchar jazz en Buenos Aires. Allí realizó un -para nosotros- emotivo recuerdo de nuestro Jazz Club. Gracias!!!

Lo que sigue es el texto completo:

O bom costume de ouvir jazz na Argentina

Em que pese as mudanças na economia argentina, para Paulo César Nunes, nunca houve mudanças radicais no bom hábito de se ouvir jazz, principalmente o feito em casa, nos jazzclubs porteños.

04/09/2008 – Paulo Cesar Nunes

No verão de 1999 os argentinos sofreram o primeiro baque econômico da era da convertibilidade: a desvalorização do real! Dias depois de assumir para seu segundo mandato FHC descongelou a economia brasileira, a cotação real dólar pulou de 1,10 para 2,20 em questão de dias, com oscilações loucas. Muitos turistas brasileiros cancelaram seus pacotes a Buenos Aires, Bariloche e outras menos visitadas. Os comerciantes e hotéis portenhos foram os primeiros a sentir a falta da plata brazuca. De fato, com a moeda estável os vizinhos brasileiros enchiam as ruas de Buenos Aires, falava-se Português na calle Florida! Mas a desvalorização da moeda espantou os vizinhos, e acarretou muitos problemas entre as empresas do Mercosul em operação na Argentina. Ainda assim o país tinha a economia dolarizada, o peso era uma moeda forte. Um país que consome cultura, seja de que nacionalidade for, com muita gente estudando música, filhos de músicos famosos, futuros músicos vivendo no exterior, respirando outra música. Uma geração pronta para aparecer, ávida por mostrar sua arte.

Meus amigos cariocas Rose e Pedro me levaram para conhecer o Jazz Club. Esta casa funcionava num subsolo do famoso Paseo La Plaza, um complexo de lojas, teatros, bares e restaurantes a que se tem acesso pelas calles Corrientes, Montevideo e Sarmiento. Um berço para muita gente boa que hoje anda tocando pelo mundo afora. Neste lugar conhecemos muitos artistas, tivemos o prazer de acompanhar a evolução de talentos, o amadurecimento de grupos e estilos e para o bem de todos a grande maioria deles segue com seu trabalho. Sem saber exatamente o que tocavam as atrações dos fins de semana nós nos fartamos de assistir aquela gente, reservando mesas sem a menor orientação ou critério. Algumas vezes, tinha latin jazz e grupos de fusion.

O grupo Escalandrum dava seus primeiros passos e já tinha seu primeiro disco, “Bar los Amigos”, que começa com uma leitura espetacular de “Esqualo”, composição de vovô Piazzolla! Sim, o baterista e líder deste grupo é um músico muito requisitado hoje, um artista muito querido no meio, Daniel “Pipi” Piazzolla, o neto do grande Astor! A formação de hoje difere da primeira não só nos músicos mas na música, que evoluiu, diminuindo a latinidade, ganhando complexidade, mantendo os deliciosos improvisos, seis virtuosos com muito material autoral e algumas peças de Piazzolla, em belos arranjos do pianista Nicolás Guerschberg. Este músico tem total autoridade, já que também integra uma formação de tango, o La Camorra. As composições são de Nicolás, do saxofonista tenor Damien Fogiel e do contrabaixista Mariano Sivori. O grupo se completa com Gustavo Musso, sax soprano e Martin Pantyrer, clarinete. Todos eles tem trabalhos paralelos e juntos são um dos grupos mais respeitados de lá. Cabe aqui um parêntesis: o baixista Guido Martinez, que tocou no período inicial desta banda, é um músico refinadíssimo, a quem assistimos muitas vezes em diversas formações. Transita pelo latin jazz e pela bossa nova com muita facilidade.

Ainda no Jazz Club conhecemos a cantora Laura Hatton, americana filha de pais argentinos, que nos surpreendeu com um set no qual incluiu três canções de Ivan Lins, além de uma lista de standards que interpretou maravilhosamente. Ela estava acompanhada por um quarteto liderado pelo guitarrista Rodolfo Gorosito, seu marido e diretor musical. Hoje eles seguem com nova formação que inclui o formidável contrabaixo de Alfredo Remus, um veterano de muita estrada, principalmente na Europa – tocou com Tom Jobim em Roma, 1974, o que encerra qualquer discussão. Foram muitas noites de relax ouvindo a Laura!

Entre dezenas de artistas devemos destacar as cantoras Marina Rama e Ludmila Fernandez, o contrabaixista Fernando Galimany, o pianista uruguaio Ricardo Nolé, o grupo de fusion El Ghetto, o baterista Sebastian Peyceré, o guitarrista Ernesto Dmitruk, o saxofonista Ricardo Cavalli, a cantora carioca Adriana Rios, o flautista Alejandro Santos, e uma especial menção a um portenho cheio de bossa, o Beto Calleti. Este músico, não só fala e canta em português como também compõe! Seus discos sempre tem convidados brasileiros, mas o legal mesmo é assistir a um show dele. Este ano esteve no Rio, em duo com o pianista Marvio Ciribelli, com quem depois tocou em Buenos Aires, em março deste ano. Seguramente uma prova do quão respeitada é a música brasileira no exterior. Aliás, a única concessão de estilo que observamos no Jazz Club, a bossa nova de Beto e do sensacional violonista Agustin Pereyra Lucena.

Os tempos de economia dolarizada propiciaram a vinda de muitos artistas estrangeiros. Pelo menos uma vez por mês tínhamos alguém de Chicago tocando com músicos locais no extinto Blues Special Club, nomes como John Primer, Billy Branch, Jimmy Dawkins, Dave Myers, Eddie C Campbell, Lurie Bell, Carlos Johnson, Eddie King, Phil Guy, Little Mack Simmons, e por aí vai. No Sheraton tivemos um ótimo ciclo de jazz que trouxe Michael Brecker, Marcus Miller, Nicholas Payton, Lee Konitz, Chucho Valdés, Kenny Barron e Trio da Paz, entre outros, ciclo com freqüência de um show por semana, ou a cada duas semanas. No Hotel Bauen tinha uma ótima casa, o Oliverio, onde vimos uma apresentação antológica do Dave Holland Quintet, com destaque para o sax tenor de Chris Potter. Este mesmo grupo tocou dois anos depois no Coliseo, onde também assistimos John Scofield e Ron Carter. No Gran Rex tivemos Keith Jarret, Diana Krall e Naná Vasconcelos, mas este fantástico lugar também é palco para João Bosco, Madredeus, Luis Salinas, Jethro Tull e João Gilberto. O som é espetacular, o melhor de todos.

Dois eventos tiveram um peso importante para o costume argentino de consumir cultura, ambos no segundo semestre de 2001: o atentado de 11 de setembro e a renuncia do então presidente Fernando de la Rua, depois de muita pressão, choques, saques, estado de sítio e fuga de capital. A junta que assumiu desvalorizou a moeda pondo fim a dez anos de paridade. Alguns shows internacionais foram cancelados, mas esse quadro foi benéfico para a proliferação de atrações nacionais. Na verdade o argentino se voltou mais para seus próprios valores , os músicos já estavam quase todos lá mesmo, aos quais se juntaram recém chegados do exterior. As casas passaram a realizar eventos, portanto continuou o bom hábito de jantar com música.

Lembramos uma casa bem legal, o Jazz & Blues, de Belgrano, zona norte de Buenos Aires. Funcionava na 3 de Febrero, um casarão adaptado, como varios outros lugares que visitamos. Estivemos lá num ciclo de quatro fins de semana, no qual a banda local, o Jazz 4, do saxofonista Gustavo Firmenich, tinha como convidado o guitarrista Walter Malosetti, um mestre da semiacústica. Este senhor faz parte da historia do jazz argentino, tem uma sólida carreira com muitos shows internacionais. É pai do baixista Javier Malosetti, também muito experiente e que tem a carreira ligada a grandes nomes do rock argentino, Luis Alberto Spinetta um dos mais importantes. Tivemos o prazer de estar em shows nos quais pai e filho tocaram juntos, um deleite que de vez em quando se permitem, quando os compromissos abrem espaço. Walter, assim como seu filho, é um gigante da música argentina, e quem puder estar num show dele nem tenha dúvida da escolha!

Lá atrás mencionamos um grupo de fusion, o El Ghetto, que tinha como trompetista um músico diferenciado, Juan Cruz de Urquiza. Este monstro integrou o Quinteto Urbano, sem dúvida uma das formações mais importantes do jazz argentino contemporâneo: Diego Schissi, piano, Guillermo Delgado, contrabaixo, Oscar Giunta, bateria e Rodrigo Dominguez, sax, além do próprio Urquiza. Todos são fantásticos e tocaram por cinco anos antes de decidirem seguir por caminhos separados. Já conhecemos Rodrigo, da entrevista postada no mês passado. Ele e Guillermo já estiveram tocando no Brasil. Oscar vem de uma família de músicos – seu pai, Oscar Giunta, é 2º contrabaixista da Sinfônica de Buenos Aires, integrou o famoso Quinteto Real, grupo de tango do maior pianista da historia do gênero, Horacio Salgan, e de vez em quando toca jazz, com o filho, ou folclore, com o sensacional pianista Manolo Juarez! Uma pena, o Quinteto Urbano não segue junto, mas sempre os vemos tocando em shows uns dos outros.

Hoje, a economia argentina está mais equilibrada e o fortalecimento do real leva outra vez muitos turistas brasileiros, os quais podem conhecer alguns dos lugares e músicos que estamos apresentando no nosso papo. O intercambio de artistas de diversas nacionalidades bem como o repatriamento de quem vivia fora vem ocorrendo com bastante freqüência, mas vamos deixar este tema para a próxima conversa.

Pequena Seleção de Cds

Escalandrum
Bar los Amigos / Estados Alterados / Misterioso
Laura Haton
Amo el Jazz / Laura / Jazz y Otras Yerbas
Ludmila Fernandez
Ahora es el momento / Diverso
Ricardo Nolé
De Profundis / Interiores
Marina Rama
The Blessing
Sebastian Peyceré
En Que Sentido
Enesto Dmitruk
Cuatro Corazones / Por la Noche
Ricardo Cavalli
La Entrega / Súndaram
Alejandro Santos
5 Carnavales 4 / Adoquines y Reflejos Nocturnos
Beto Caletti
Eu quero um samba / Travessia Brasileira / Notorious En Vivo / Esquinas
Agustyn Pereira Lucena
A. P. L… / La Rana / Puertos de Alternativa / Miradas
Walter Malosetti
Tributo a Django Reinhardt / Gramma / Relax / Palm
Javier Malosetti
Villa / Spaghetti Boogie / Onix / Niño
El Ghetto
Fauna Nocturna
Juan Cruz de Urquiza
De Este Lado / Vigilia
Quinteto Urbano
Quinteto Urbano / Jazz Contemporâneo Argentino II / En Subida
Rodrigo Domínguez
Tonal

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Sergio Repiso, maestro artesano de la guitarra en Jazzin’Mallorca

septiembre 19, 08

Hace unos meses se contactó conmigo el periodista Miquel Munar del sitio web Jazzin’Mallorca, buscando pistas sobre el luthier originario de Cádiz, Sergio Repiso, quien tuvo una destacada carrera en Argentina tras la posguerra.

El arduo trabajo de Munar a ambos lados del océano tuvo sus frutos, lo que se vio plasmado en el primer capítulo de la historia de Repiso.

Para leer la nota, CLICK AQUÍ.

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Se creó la Federación Independiente de Músicos de Argentina

septiembre 18, 08

Comunicado

Nacimiento de la Federación Independiente de Músicos de la Argentina en el IV Encuentro Nacional de Músicos Independientes – 12 y 13 de septiembre 2008, Buenos Aires

El pasado viernes 12 de septiembre se firmó el estatuto que dio origen a “La Federación Independiente de Músicos de la Argentina- Asociación Civil”.
Dicho acto se realizó en el Auditorio de TEA Imagen, donde asistieron personalidades del quehacer musical, medios de comunicación y representantes de las siguientes organizaciones de músicos:
Unión de Músicos Independientes U.M.I                                   
Movimiento Independiente de Músicos Mendocinos M.I.M.M
Unión de Músicos  U.DE.MUS
Músicos Convocados de Córdoba M.U.C.C.
Asociación de Músicos Independientes, Neuquén A.M.I
Unión de Músicos Independientes Tucumanos Autoconvocados U.M.I.T.A
Qubil Músicos Independientes de Rosario.

Se decidió conformar esta organización con el objetivo de construir una herramienta Federal que permita dar una respuesta integral a las distintas problemáticas de la actividad musical.

La Federación quedó integrada de la siguiente manera:

Presidente: Diego Boris (Macciocco)      U.M.I.
Vicepresidente: Carlos Casciani          M.I.M.M.
Secretario: Gustavo Adolfo Zurbano      U.DE.MUS
Tesorero: Silvia Adriana Celiz          M.U.C.C.
Vocal titular  1: Marcelo Colonna        A.M.I
Vocal titular  2: Cristian Aldana        U.M.I
Vocal titular  3: Dario Souza            U.M.I.T.A
Vocal titular  4: Andrés Abramowski      QUBIL M.I.R
Vocal suplente 1: Gabriel Henriquez      A.M.I
Vocal suplente 2: Nancy Adriana Gonzalez U.DE.MUS
Vocal suplente 3: Emiliano Guerrero      M.U.C.C
Vocal suplente 4: Eduardo Marcé          U.M.I.T.A
Revisor de cuentas tit: Camilo Jiménez  M.I.M.M
Revisor de cuentas sup: Daniel Pérez    QUBIL M.I.R 

      El segundo día del Encuentro tuvo como fin unificar las pautas a seguir en la próxima jornada del día de la Música -sábado 22 de noviembre-. Desde la Federación se pedirá a todos los músicos de baja, mediana y amplia convocatoria que ese día en lo posible traten de no tocar en vivo, y que se realice una jornada de reflexión, donde las personas que aman la música transmitan, a través de todos los medios de comunicación a disposición, el valor que tiene en su vida este imprescindible arte.

Con la alegría de haber dado un paso más en la tarea de mejorar las condiciones en las que se hace música en nuestro país, se cerró el Cuarto Encuentro Nacional de Músicos Independientes.

Saludamos atentamente. 

  Diego Boris            Carlos  Casciani        Gustavo Zurbano
  Presidente              Vicepresidente          Secretario

Federación Independiente de Músicos de la Argentina (F.I.M.A)

Union de Musicos Independientes
“Por la Ley de la Musica”
http://www.umiargentina.com
011-4952-3654

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Este jueves en Radio Maestra

septiembre 15, 08

Este próximo jueves 18, a las 20 horas, estaré nuevamente invitada amablemente por Luis Piazzini en el programa Jazz con Amigos de Radio Maestra de Necochea.

Para escuchar en vivo, CLICK AQUÍ

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Festival de Jazz en el Subte 2008

septiembre 11, 08

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Hacia un “Jazz Argentino”: Identidad, Relocalización y Discurso

septiembre 8, 08

 

Ponencia presentada en el VIII Congreso de la Asociación Internacional de Estudios en Música Popular, Rama Latinoamericana, Lima, junio 2008.

 

Con el cambio de siglo, y en coincidencia con la última gran crisis socioeconómica de la Argentina que provocó cambios radicales en el campo cultural, comenzó a circular la categoría “jazz argentino” como modo de referirse a una cierta nueva música, producida por la generación más joven de jazzistas, que incorpora elementos de otras músicas –sobre todo aquellas del acervo popular local como el tango, el folklore y el rock nacional- tanto en la composición como en la performance.

El presente trabajo –que sintetiza los resultados de nuestra tesis de licenciatura- se propone comprender cuáles son las operaciones discursivas que construyen esta idea de “jazz argentino” en la actualidad, en relación a las problemáticas de la identidad y la apropiación de un género tradicionalmente considerado foráneo que, relocalizándose, produce sentidos nuevos asociados a la expresión de una propia voz.

 

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