Posts Tagged ‘CDs’

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Desde el soporte material hacia la plataforma virtual: el sello BAUrecords

octubre 31, 09

A mediados de este año la discográfica independiente BAU relanzó sus contenidos actualizándolos para el formato de la web, con el objetivo de “transformar al sello en un motor de circulación de estos músicos y esta música”, según expresó su director, el músico Fernando Tarrés.

Entre otros aspectos, Tarrés destacó la necesidad de  “recrear aquello que fue común en las décadas del 60 y el 70: la discusión de ideas, la sensación movimientista de la música y el pensamiento, la discusión y diálogo estético”.

Como me gustó esta propuesta esbocé algunas ideas que voy a presentar este jueves próximo, 5 de noviembre, en las 5 Jornadas Jóvenes Investigadores del Instituto Gino Germani de la Facultad de Ciencias Sociales, UBA (sí, ya sé, de joven, yo, poco… pero bué…).

El trabajo lleva como título “La reflexividad estética en la música popular argentina: el sello discográfico independiente BAU”. Luego de presentado lo subiré al blog.

Para ver el programa completo de las Jornadas, CLICK AQUI.

Web

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Diego Bruno en Buenos Aires

junio 30, 09

Tras varios años de estar radicado en Salvador de Bahía, Brasil, el guitarrista Diego Bruno toca otra vez en Buenos Aires para presentar su disco Reflejos, grabado poco antes de cambiar de país de residencia.

El CD presenta temas propios y fue grabado con Oscar Giunta en batería, Hernán Merlo en contrabajo, Ernesto Jodos en piano y Ricardo Cavalli en saxos (en tres temas).

La cita es el próximo miércoles 1 a las 21.30 en Virasoro Bar, Guatemala 4328, CABA, con el mismo personal de la grabación.

reflejos

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Paula Shocron presenta Homenaje (a Andrew Hill)

junio 30, 09

Paula Shocron Trío

presentará en vivo Homenaje junto a su trío

Jerónimo Carmona en contrabajo y Carto Brandán en batería

los sábados 4 y 11 de julio a las 21.30 en Thelonious Club

Salguero 1884

 

PAULA SHOCRON

Homenaje

 

La pianista y compositora más destacada del nuevo jazz argentino presenta su nuevo disco, una suerte de homenaje a la obra de Andrew Hill, editado por Sony Music.

Homenaje, editado en todo el país por el sello Sony Music, es el cuarto disco de Paula y el segundo que concreta junto a estos músicos que conforman su actual trío: el contrabajista Jerónimo Carmona y el baterista Carto Brandán. Por esto, se puede decir de alguna manera que el disco pretende dar una síntesis del trabajo compartido en estos años. Pero la fuerza que sostiene e hilvana toda la placa es la de rendir homenaje a Andrew Hill, músico genial no muy conocido para un público generalizado dentro del mundo del jazz, pero que ocupó un lugar muy importante en años cruciales de este género, en los 60’ sobre todo, y de ahí en más hasta su muerte en el año 2007…

En Homenaje puede apreciarse la gran fuerza compositiva de Paula Shocron , la cual se materializa en seis de los temas que conforman el disco.  Para destacar “Primavera” y “Querido Andrew”.  Dos versiones “Tired Trade” y “Not So” de composiciones del homenajeado completan el material que propone un juego musical fresco y emotivo que excede largamente los límites del jazz.

Dice Paula sobre Hill: “Personalmente creo que, tanto como compositor como pianista, es muy original, con colores y un sentido rítmico muy personales. Pero también se escucha muy frecuentemente en sus discos una energía que nos lleva, como una especie de viaje, hacia diferentes épocas de esta música tan maravillosa que nosotros tenemos tan lejos físicamente…”  Con “Homenaje” no se ha pretendido recrear su estilo pero “sí ir a la búsqueda de esa energía, de ese espíritu de viaje, tanto en sus composiciones como en las mías, tratando de ser cada uno de nosotros, nosotros mismos.”

 

Contacto de prensa: karinabarrozo@arnet.com.ar

Más información en www.paulashocron.com.ar  /  www.myspace.com/paulashocron

 


paula shocron homenaje

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Entrevista a Diego Bruno en Clube de Jazz (Brasil)

marzo 12, 09

Una muy buena entrevista que le hicieron a Diego Bruno en el sitio amigo Clube de Jazz

Diego Bruno e a ponte Argentina-Brasil

O guitarrista argentino Diego Bruno, há seis anos residindo em Salvador, fala sobre suas influências, jazz porteño, o cd “Reflejos” e seus projetos, aqui e lá. Para conhecer melhor o seu trabalho: http://www.myspace.com/diegobruno

11/03/2009 – Wilson Garzon

Wilson Garzon – A guitarra foi sua primeira opção? Houve influências familiares?
Diego Bruno – Aos sete anos de idade recebi de presente um violão bem pequeninho, meus pais, vendo o entusiasmo com que brincava de tocar me mandaram a tomar aulas com uma professora, ali começou tudo. Meu pai tocava bandoneón, de menino, e também tinha um violão.

WG – Quando é que o jazz apareceu na sua vida? Quais foram às principais influências?
DB – O jazz apareceu na minha adolescência, quando eu ouvia falar de Pat Metheny e aquilo me intrigava muito, mas não conseguia gravações dele (naquela época não era fácil achar discos importados). Os primeiros guitarristas de jazz que escutei foram Django Reinhardt (as gravações com guitarra elétrica em quarteto com piano, baixo e bateria) e Joe Pass com o álbum “For Django”), quando escutei aquilo pirei de vez e quis saber de que se tratava, então comecei a tomar aulas de jazz.

WG – Fale um pouco da sua formação e evolução como músico e compositor.
DB – Estudei violão desde os 8 aos 15 anos de idade. Comecei com a guitarra aos 17 anos, primeiro sozinho e depois com um professor particular. Aos 19 entre na EMPA(Escola de Música Popular de Avellaneda) onde tive grandes mestres como Armando Alonso e me formei como instrumentista em música popular com orientação em jazz. Também tomei aulas particulares com Javier Cohen e Pino Marrone. E obviamente aprendi muito com os músicos com quem toquei e com os que não toquei, mas os escutei incansavelmente. Minha forma de compor é bastante intuitiva e sempre tem …”influencias” (rsrs). Falando serio, sempre componho a partir de coisas que escutei e me inspiraram.

WG – Como eram as noites de jazz em Buenos Aires? E em especial, como foi sua participação no Jazz Club?
DB – Buenos Aires tem uma longa tradição em jazz. Minhas primeiras noites foram como espectador: eu adorava assistir shows de jazz ou de música instrumental. Depois, comecei a atuar em diversas bandas e a freqüentar algumas Jam Sessions. O Jazz Club, que era dirigido pela minha amiga Berenice Corti, foi um lugar determinante para o ressurgimento do movimento jazzístico. Muitos músicos, consagrados ou não, que na época não tinham onde tocar, encontraram ali o seu lugar. Eu tive a grande honra de tocar na inauguração do Jazz Club como a banda de abertura de uma grande Jam Session. Também foi uma grande experiência comandar a Jam das terças-feiras durante o ano 1998. Resumindo, lá os músicos se sentiam em casa, e o público curtia essa forma de tocar música.

WG – Conte um pouco do processo de criação e de gravação do seu cd “Reflejos”.
DB – “Reflejos” nasceu da necessidade em registrar minhas composições. Eu não queria que elas se perdessem, por isso, convoquei um time de músicos amigos, todos de primeiro nível, para gravar essas composições: Ernesto Jodos (piano), Hernán Merlo (contrabaixo), Oscar Giunta (bateria) e Ricardo Cavalli (sax-tenor e soprano). Naquele momento, eu não estava tocando minhas músicas e também nunca tinha tocado com todos eles juntos. Fizemos um ensaio numa quinta feira e gravamos no domingo e na segunda-feira seguinte. Eu confesso que, na gravação, fiquei entre assombrado e emocionado com a facilidade e a musicalidade com que os caras interpretaram a minha música. Ela realmente começou a existir naquele momento. Fico eternamente grato a todos pela entrega e o talento depositados naquelas sessões.

WG – Que músicos de jazz você destacaria dentro do atual cenário argentino?
DB – Há muitos músicos de alta qualidade na Argentina quando se fala de jazz. Pela proximidade, gostaria de citar os nomes de Ernesto Jodos (piano), Hernán Merlo (contrabaixo), Rodrigo Dominguez (sax), Ricardo Cavalli, (sax), Enrique Norris (piano e trompete), Juan Cruz de Urquiza (trompete) e o contrabaixista Mariano Otero com sua banda.

WG – Há quase dez anos em Salvador, como foi e como hoje está a sua carreira? Há espaço para o jazz na Bahia?
DB – Estou há seis anos morando em Salvador; infelizmente, quando o assunto é jazz, a cidade vive hoje um dos seus piores momentos. Não há sequer uma casa dedicada a programar música instrumental de uma forma séria. Às vezes surgem lugares que programam uma banda por semana; só que é sempre uma única banda. Assim fica difícil. O público também não comparece muito aos shows. Tem a Jam no MAM, que é um projeto patrocinado e bem sucedido. Lá também tem uma banda fixa, mas é a exceção a regra. Não existe uma crítica especializada, não existe um selo que grave e difunda música instrumental, e por aí vai…

WG – Quais são seus próximos projetos?
DB – Estou preparando uma segunda apresentação de “Reflexos” no Teatro Gamboa Nova (a primeira foi no teatro SESI) e também gostaria de poder mostrar esse trabalho fora da Bahia. Estou preparando uma viagem a Buenos Aires, onde espero fazer algumas apresentações com músicos locais. Tenho várias novas composições que gostaria de gravar no segundo CD; mas ainda não sei quando vai ser, já que nesse caso, tudo é produção independente. Espero que seja logo.

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Lanzamiento de “Filtros”, de Guillermo Klein y Los Guachos

octubre 15, 08

Limbo Music

FILTROS - GUILLERMO KLEIN & LOS GUACHOS

LANZAMIENTO DISCO

FILTROS

GUILLERMO KLEIN & LOS GUACHOS

Diego Urcola – trompeta, trombón
Chris Cheek
– saxo
Miguel Zenon
– saxo alto, flauta
Jeff Ballard
– batería
Bill McHenry
– saxo
Taylor Haskins
– trompeta
Ben Monder
– guitarra eléctrica
Sandro Tomasi
– trombón
Guillermo Klein
– piano, voz
Fernando Huergo
– bajo eléctrico
Richard Nant
– percusión

Grabado en Avatar Studios, New York, Junio 19-20 del 2007

(Limbo Music 2008 – Sunnyside Records – distribuye Epsa Music)

disponible en todas las disquerías del país

2 bonus tracks, descarga exclusiva para quienes adquieran el disco

 

Escuchá el concierto presentación de “Filtros” en el Village Vanguard de New York

Seleccionado por el prestigioso Club del Disco como “Disco del Mes” de Agosto

Escuchá la canción “Va Román”, dedicada a Román Riquelme

 WWW.LIMBO-MUSIC.COM