Posts Tagged ‘Guitarristas’

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VIII Festival Internacional de jazz Django Argentina 2010

mayo 8, 10

“VIIIº Festival Internacional de Jazz . .. Django Argentina 2010”.. . .

Conmemorando los 100 años del nacimiento de Django Reinhardt

Martes 11 de mayo, a las 20:30 hs.

Concierto del Ciclo Jazzología Coordinación: Carlos Inzillo

Dirección Artística: Ricardo Pellican

Sala Muiño del CCGSM . Sarmiento 1551, Cap.

Entrada Libre Se retiran las entradas con 2:30 horas de anticipación (desde las 18 hs.) ……………………………………………………………………………………………………………………………………… * Grupos y Músicos invitados que participarán (por orden de actuación):

PROGRAMA:

* Primera Parte, a las 20:45 hs. Proyección del cortometraje documental sobre la vida de Django Reinhardt (8 minutos), realizado por Ricardo Pellican y Tony Vardé .

* Segunda Parte, a las 21 hs. · Django Trío Osvaldo Gallo (bajo) Ricardo Pellican (guit.) Pablo Farsa (guit.) Invitados: Sergio Poli (violín) y Daniel González (guit.)

* Tercera Parte, a las 21:35 hs. · Bangar Manouche (Chile) Miguel Jimenez Lepe (guit.) Marcelo Salinas (guit.) Nelson Vera (contrabajo)

* Cuarta Parte, a las 22:10 hs. · Swing Tzigane Lito Dalmon (violín) Hugo García (guitarra) Roberto Terzano (guitarra) Rodolfo Janssen (guit.) Germán Faviere (contrabajo)

* Quinta Parte, a las 22:40 hs. · Pellican Jazz Trío Ricardo Pellican (guit.) Andrés Pellican (bajo) Pablo González (batería) Invitados: Chachi Zaragoza (guit.) y Ricardo Lew (guit.)

* Sexta Parte, a las 23:10 hs. · Como siempre, se realizará la Jam-session final con la ejecución del tema: Minor Swing (de Django Reinhardt y Stephane Grappelli), en la que participarán todos los músicos en escena. ……………………………………………………………………………………………………………………………………… Algunos de los temas que se interpretarán: * Nubes (D.Reinhardt) * Haciendo swing con Django (D.Reinhardt y S.Grappelli) * Daphne (D.Reinhardt) * Swing ´42 (D.Reinhardt) * Sr. Swing (R.Pellican) * Las hojas muertas (Prevert/Kosma) * Made in France (Bireli Lagrene) * Cest ´ si bon (Seelen/Homez/Betty) * Esos ojos (Pinkard/Tracey) * All of me (Simone/Marks) * Limehouse blues (Phillip Braham) * Love for Sale (Cole Porter) * Satin Doll (Duke Ellington) * Sweet Georgia Brown (Pinkard/Casey) * Swing ´98 (Romané) * Minor swing (D.Reinhardt) y muchos más…

Y TAMBIEN EN LA PLATA

VIIIº Festival Internacional de Jazz Django Argentina 2010”

Conmemorando los 100 años del nacimiento de Django Reinhardt

en:

Ciudad Vieja

Calles 17 y 71, La Plata

Domingo 9 de Mayo, a las 21 hs., Entrada: $30.-

 

Ricardo Lew (guit.)

Sergio Poli (violín)

Ricardo Pellican (guit.)

Julio Campos (guit.)

Andrés Pellican (bajo)

Pablo González (batería)

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Recomendá un concierto – Mayo 2010

abril 30, 10

Agregá tu propuesta como comentario:

Luis Nacht Cuarteto

1, 8 y 15/05 Thelonious Club, Salguero 1884, Capital / 22:00 hs. / Luis Nacht (saxo y composición), Juan Pablo Arredondo (guitarra), Jerónimo Carmona (contrabajo), Carto Brandán (batería). Presentando nuevo CD En las Nubes. http://www.luisnacht.com.ar

Nicolás Colacho Brizuela

8/05 CAFF – Club Atlético Fernández Fierro, Sánchez de Bustamante 764, Capital / 22:00 hs. / Entradas $ 30. Anticipadas $ 25, en venta en Musetta Caffe (Billinghurst y Tucumán) / Presenta su nuevo disco “Nos volveremos a ver”, clásicos de Bill Evans en guitarra argentina + cuerdas.

Manuel Ochoa Quinteto
3, 10, 17, 24 y 31/05 Thelonious Club, Salguero 1884, Capital / 21:30 hs. / $20 / Manuel Ochoa (piano) / Ramiro Flores (Saxo) / Sergio Wagner (Trompeta,Flugelhorn) / Ezequiel Dutil (Contrabajo) / Pepi Taveira (Batería)

Medeski, Martin & Wood

14/05 Teatro Coliseo, Marcelo T. de Alvear 1125, Capital / 21:30 hs. / John Medeski (Organo Hammond B3, piano eléctrico Wurlitzer, piano acústico, Mellotron, Arp String Ensamble, Clavinet Hohner, Mini Moogs), Chris Wood (Contrabajo y bajo eléctrico), Billy Martin (batería y percusión).

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Salió Living Jazz Nº 3

abril 27, 10

Especial Dossier Django Reinhardt, con Sergio Cirigliano y Ricardo Pellican

Entrevista a Oscar Feldman, por Ricardo Carossino

Festejos: 10 años de Radiomontaje

Opinión Ley de la Música: El momento es ahora, por Berenice Corti.

CLICK AQUI

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Falleció Francisco Rivero

febrero 21, 10

Fuente: Jazzeando Web y Viví el Rock Nacional.

El viernes 19 de febrero por la tarde falleció el guitarrista Francisco Rivero. Con 50 años el músico y compositor dejó a las Guitarras en luto.
Maestro de maestros se inició como músico profesional a los 18 años, desempeñándose como docente y guitarrista de sesión, actuando tanto en el ámbito de la música nacional como internacional.
Francisco Rivero, participó en innumerables Jam Sessions junto a los más reconocidos músicos de Rock, Blues y Jazz Argentino. Compartió el escenario con artistas como Pedro y Pablo, Claudia Puyó, Alejandro Lerner, Mercedes Sosa, Alejandro Santos, Dino Saluzzi, Fat Fernández, Bernardo Baraj, Monos con Navaja, Horacio Larumbe, Ricardo Lew,  Pablo Ziegler, Jorge Anders, Leo Sujatovich, Carlos Franzetti, Volpini Band, Paquito D’Rivera, Jimmy Smith, Botafogo, Alambre González, Nasta, Carlos Campos, Tuppa, Matías Cipiliano, Marigliano, Ricardo y Andrés Pellican, Luciano Pizzichini, Guillermo Palazollo, Diego Mizrhi, Gady Pampillón, Marcelo Roascio, Daniel Tellis, Hugo Méndez, Javier Viñas, Rayan Anderson entre tantos otros.
– “Francisco Rivero es sin duda, uno de los guitarristas mas completos que ha dado nuestro país en los últimos años.” Carlos Franzetti (arreglador, compositor internacional).

– “Francisco Rivero ha desarrollado un sonido próximo a la perfección, tanto en sus performances como solista como en sus trabajos como invitado.” Sergio Pujol (periodista, historiador, Universidad de la Plata).

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Diego Bruno en Buenos Aires

junio 30, 09

Tras varios años de estar radicado en Salvador de Bahía, Brasil, el guitarrista Diego Bruno toca otra vez en Buenos Aires para presentar su disco Reflejos, grabado poco antes de cambiar de país de residencia.

El CD presenta temas propios y fue grabado con Oscar Giunta en batería, Hernán Merlo en contrabajo, Ernesto Jodos en piano y Ricardo Cavalli en saxos (en tres temas).

La cita es el próximo miércoles 1 a las 21.30 en Virasoro Bar, Guatemala 4328, CABA, con el mismo personal de la grabación.

reflejos

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Entrevista a Diego Bruno en Clube de Jazz (Brasil)

marzo 12, 09

Una muy buena entrevista que le hicieron a Diego Bruno en el sitio amigo Clube de Jazz

Diego Bruno e a ponte Argentina-Brasil

O guitarrista argentino Diego Bruno, há seis anos residindo em Salvador, fala sobre suas influências, jazz porteño, o cd “Reflejos” e seus projetos, aqui e lá. Para conhecer melhor o seu trabalho: http://www.myspace.com/diegobruno

11/03/2009 – Wilson Garzon

Wilson Garzon – A guitarra foi sua primeira opção? Houve influências familiares?
Diego Bruno – Aos sete anos de idade recebi de presente um violão bem pequeninho, meus pais, vendo o entusiasmo com que brincava de tocar me mandaram a tomar aulas com uma professora, ali começou tudo. Meu pai tocava bandoneón, de menino, e também tinha um violão.

WG – Quando é que o jazz apareceu na sua vida? Quais foram às principais influências?
DB – O jazz apareceu na minha adolescência, quando eu ouvia falar de Pat Metheny e aquilo me intrigava muito, mas não conseguia gravações dele (naquela época não era fácil achar discos importados). Os primeiros guitarristas de jazz que escutei foram Django Reinhardt (as gravações com guitarra elétrica em quarteto com piano, baixo e bateria) e Joe Pass com o álbum “For Django”), quando escutei aquilo pirei de vez e quis saber de que se tratava, então comecei a tomar aulas de jazz.

WG – Fale um pouco da sua formação e evolução como músico e compositor.
DB – Estudei violão desde os 8 aos 15 anos de idade. Comecei com a guitarra aos 17 anos, primeiro sozinho e depois com um professor particular. Aos 19 entre na EMPA(Escola de Música Popular de Avellaneda) onde tive grandes mestres como Armando Alonso e me formei como instrumentista em música popular com orientação em jazz. Também tomei aulas particulares com Javier Cohen e Pino Marrone. E obviamente aprendi muito com os músicos com quem toquei e com os que não toquei, mas os escutei incansavelmente. Minha forma de compor é bastante intuitiva e sempre tem …”influencias” (rsrs). Falando serio, sempre componho a partir de coisas que escutei e me inspiraram.

WG – Como eram as noites de jazz em Buenos Aires? E em especial, como foi sua participação no Jazz Club?
DB – Buenos Aires tem uma longa tradição em jazz. Minhas primeiras noites foram como espectador: eu adorava assistir shows de jazz ou de música instrumental. Depois, comecei a atuar em diversas bandas e a freqüentar algumas Jam Sessions. O Jazz Club, que era dirigido pela minha amiga Berenice Corti, foi um lugar determinante para o ressurgimento do movimento jazzístico. Muitos músicos, consagrados ou não, que na época não tinham onde tocar, encontraram ali o seu lugar. Eu tive a grande honra de tocar na inauguração do Jazz Club como a banda de abertura de uma grande Jam Session. Também foi uma grande experiência comandar a Jam das terças-feiras durante o ano 1998. Resumindo, lá os músicos se sentiam em casa, e o público curtia essa forma de tocar música.

WG – Conte um pouco do processo de criação e de gravação do seu cd “Reflejos”.
DB – “Reflejos” nasceu da necessidade em registrar minhas composições. Eu não queria que elas se perdessem, por isso, convoquei um time de músicos amigos, todos de primeiro nível, para gravar essas composições: Ernesto Jodos (piano), Hernán Merlo (contrabaixo), Oscar Giunta (bateria) e Ricardo Cavalli (sax-tenor e soprano). Naquele momento, eu não estava tocando minhas músicas e também nunca tinha tocado com todos eles juntos. Fizemos um ensaio numa quinta feira e gravamos no domingo e na segunda-feira seguinte. Eu confesso que, na gravação, fiquei entre assombrado e emocionado com a facilidade e a musicalidade com que os caras interpretaram a minha música. Ela realmente começou a existir naquele momento. Fico eternamente grato a todos pela entrega e o talento depositados naquelas sessões.

WG – Que músicos de jazz você destacaria dentro do atual cenário argentino?
DB – Há muitos músicos de alta qualidade na Argentina quando se fala de jazz. Pela proximidade, gostaria de citar os nomes de Ernesto Jodos (piano), Hernán Merlo (contrabaixo), Rodrigo Dominguez (sax), Ricardo Cavalli, (sax), Enrique Norris (piano e trompete), Juan Cruz de Urquiza (trompete) e o contrabaixista Mariano Otero com sua banda.

WG – Há quase dez anos em Salvador, como foi e como hoje está a sua carreira? Há espaço para o jazz na Bahia?
DB – Estou há seis anos morando em Salvador; infelizmente, quando o assunto é jazz, a cidade vive hoje um dos seus piores momentos. Não há sequer uma casa dedicada a programar música instrumental de uma forma séria. Às vezes surgem lugares que programam uma banda por semana; só que é sempre uma única banda. Assim fica difícil. O público também não comparece muito aos shows. Tem a Jam no MAM, que é um projeto patrocinado e bem sucedido. Lá também tem uma banda fixa, mas é a exceção a regra. Não existe uma crítica especializada, não existe um selo que grave e difunda música instrumental, e por aí vai…

WG – Quais são seus próximos projetos?
DB – Estou preparando uma segunda apresentação de “Reflexos” no Teatro Gamboa Nova (a primeira foi no teatro SESI) e também gostaria de poder mostrar esse trabalho fora da Bahia. Estou preparando uma viagem a Buenos Aires, onde espero fazer algumas apresentações com músicos locais. Tenho várias novas composições que gostaria de gravar no segundo CD; mas ainda não sei quando vai ser, já que nesse caso, tudo é produção independente. Espero que seja logo.

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