Posts Tagged ‘Sobre el Jazz Club’

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Ahora sí…

julio 11, 10

Este viejo blog deja de funcionar y muta en uno nuevo: JAZZ Y CULTURA.

Gracias a las disponibilidades que ofrece WordPress, todos los contenidos de Jazz Club Argentina El Blog fueron mudados a Jazz y Cultura como material de archivo.

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Ultimos posts del Blog

junio 24, 10

Después de cuatro años de funcionamiento ininterrumpido, el ciclo de este Blog está cumplido. Ya hace algún tiempito que no me está siendo posible mantenerlo tal como fue pensado en sus orígenes, para proporcionar información sobre el circuito y ofrecer un canal de reflexión sobre esta música.

Varias razones:

La información es cada vez más abundante y circula con mayor rapidez, por lo que es muy difícil estar al día. El sitio JazzClubArgentina (2001-2005) y el Blog después ocuparon un espacio en la web que hoy gracias a los avances tecnológicos puede tener múltiples fuentes, cada vez más numerosas (blogs personales, MySpace, Facebook). Ya no es necesario hoy en día ofrecer una agenda más porque convive con muchas otras.

Comprometerse con la palabra implica una responsabilidad, y últimamente no he podido ejercerla tal como siempre he querido. Llegó la hora de hacer sólo lo que se puede. Y por otra parte quiero ser coherente con mi pensamiento y apostar a proyectos colectivos y no individuales.

Tengo previsto desmantelar el Blog porque no me gusta toparme con esos cadáveres virtuales que son los sitios sin mantenimiento. Es probable que mude algunas cosas hacia otros lugares y otras serán descartadas. Este proceso, por supuesto, puede llevar días o semanas.

Gracias a todos los que comentaron, los que enviaron información y los que linkearon.

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Suscripción al blog vía email

agosto 26, 09

Finalmente di con el sistema!!!

Pensar que cuando trabajaba con el portal web del Jazz Club (entre el 2001 y el 2005), había que hacer todo el trabajo manualmente… je, je.

Sólo tenés que ingresar tu casilla de correo en el formulario:

CLICK AQUI

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El Blog en Quilombo!

agosto 5, 09

A partir de este mes de agosto inicio una participación en la Revista Digital Quilombo! de arte y cultura afro, a través de la realización de la Agenda Jazz de esa publicación.

Me siento muy agradecida por poder aportar en un nuevo canal de difusión de la música de jazz de nuestro país, y sobre todo por poder hacerlo en un medio tan comprometido como Quilombo!, que está cumpliendo sus 50 números editados. Agradezco entonces a Dinah Shonhaut y a Eugenio Fernández por la posibilidad.

revista quilombo!

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Entrevista a Diego Bruno en Clube de Jazz (Brasil)

marzo 12, 09

Una muy buena entrevista que le hicieron a Diego Bruno en el sitio amigo Clube de Jazz

Diego Bruno e a ponte Argentina-Brasil

O guitarrista argentino Diego Bruno, há seis anos residindo em Salvador, fala sobre suas influências, jazz porteño, o cd “Reflejos” e seus projetos, aqui e lá. Para conhecer melhor o seu trabalho: http://www.myspace.com/diegobruno

11/03/2009 – Wilson Garzon

Wilson Garzon – A guitarra foi sua primeira opção? Houve influências familiares?
Diego Bruno – Aos sete anos de idade recebi de presente um violão bem pequeninho, meus pais, vendo o entusiasmo com que brincava de tocar me mandaram a tomar aulas com uma professora, ali começou tudo. Meu pai tocava bandoneón, de menino, e também tinha um violão.

WG – Quando é que o jazz apareceu na sua vida? Quais foram às principais influências?
DB – O jazz apareceu na minha adolescência, quando eu ouvia falar de Pat Metheny e aquilo me intrigava muito, mas não conseguia gravações dele (naquela época não era fácil achar discos importados). Os primeiros guitarristas de jazz que escutei foram Django Reinhardt (as gravações com guitarra elétrica em quarteto com piano, baixo e bateria) e Joe Pass com o álbum “For Django”), quando escutei aquilo pirei de vez e quis saber de que se tratava, então comecei a tomar aulas de jazz.

WG – Fale um pouco da sua formação e evolução como músico e compositor.
DB – Estudei violão desde os 8 aos 15 anos de idade. Comecei com a guitarra aos 17 anos, primeiro sozinho e depois com um professor particular. Aos 19 entre na EMPA(Escola de Música Popular de Avellaneda) onde tive grandes mestres como Armando Alonso e me formei como instrumentista em música popular com orientação em jazz. Também tomei aulas particulares com Javier Cohen e Pino Marrone. E obviamente aprendi muito com os músicos com quem toquei e com os que não toquei, mas os escutei incansavelmente. Minha forma de compor é bastante intuitiva e sempre tem …”influencias” (rsrs). Falando serio, sempre componho a partir de coisas que escutei e me inspiraram.

WG – Como eram as noites de jazz em Buenos Aires? E em especial, como foi sua participação no Jazz Club?
DB – Buenos Aires tem uma longa tradição em jazz. Minhas primeiras noites foram como espectador: eu adorava assistir shows de jazz ou de música instrumental. Depois, comecei a atuar em diversas bandas e a freqüentar algumas Jam Sessions. O Jazz Club, que era dirigido pela minha amiga Berenice Corti, foi um lugar determinante para o ressurgimento do movimento jazzístico. Muitos músicos, consagrados ou não, que na época não tinham onde tocar, encontraram ali o seu lugar. Eu tive a grande honra de tocar na inauguração do Jazz Club como a banda de abertura de uma grande Jam Session. Também foi uma grande experiência comandar a Jam das terças-feiras durante o ano 1998. Resumindo, lá os músicos se sentiam em casa, e o público curtia essa forma de tocar música.

WG – Conte um pouco do processo de criação e de gravação do seu cd “Reflejos”.
DB – “Reflejos” nasceu da necessidade em registrar minhas composições. Eu não queria que elas se perdessem, por isso, convoquei um time de músicos amigos, todos de primeiro nível, para gravar essas composições: Ernesto Jodos (piano), Hernán Merlo (contrabaixo), Oscar Giunta (bateria) e Ricardo Cavalli (sax-tenor e soprano). Naquele momento, eu não estava tocando minhas músicas e também nunca tinha tocado com todos eles juntos. Fizemos um ensaio numa quinta feira e gravamos no domingo e na segunda-feira seguinte. Eu confesso que, na gravação, fiquei entre assombrado e emocionado com a facilidade e a musicalidade com que os caras interpretaram a minha música. Ela realmente começou a existir naquele momento. Fico eternamente grato a todos pela entrega e o talento depositados naquelas sessões.

WG – Que músicos de jazz você destacaria dentro do atual cenário argentino?
DB – Há muitos músicos de alta qualidade na Argentina quando se fala de jazz. Pela proximidade, gostaria de citar os nomes de Ernesto Jodos (piano), Hernán Merlo (contrabaixo), Rodrigo Dominguez (sax), Ricardo Cavalli, (sax), Enrique Norris (piano e trompete), Juan Cruz de Urquiza (trompete) e o contrabaixista Mariano Otero com sua banda.

WG – Há quase dez anos em Salvador, como foi e como hoje está a sua carreira? Há espaço para o jazz na Bahia?
DB – Estou há seis anos morando em Salvador; infelizmente, quando o assunto é jazz, a cidade vive hoje um dos seus piores momentos. Não há sequer uma casa dedicada a programar música instrumental de uma forma séria. Às vezes surgem lugares que programam uma banda por semana; só que é sempre uma única banda. Assim fica difícil. O público também não comparece muito aos shows. Tem a Jam no MAM, que é um projeto patrocinado e bem sucedido. Lá também tem uma banda fixa, mas é a exceção a regra. Não existe uma crítica especializada, não existe um selo que grave e difunda música instrumental, e por aí vai…

WG – Quais são seus próximos projetos?
DB – Estou preparando uma segunda apresentação de “Reflexos” no Teatro Gamboa Nova (a primeira foi no teatro SESI) e também gostaria de poder mostrar esse trabalho fora da Bahia. Estou preparando uma viagem a Buenos Aires, onde espero fazer algumas apresentações com músicos locais. Tenho várias novas composições que gostaria de gravar no segundo CD; mas ainda não sei quando vai ser, já que nesse caso, tudo é produção independente. Espero que seja logo.

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Entrevista en Clube de Jazz -Brasil-

enero 13, 09

El domingo pasado salió publicada una entrevista que me hizo Wilson Garzon, del portal Clube de Jazz.
Lo que sigue es su transcripción:

El Jazz en Berenice Corti

Nessa entrevista, Berenice Corti conta sua trajetória jazzística: como produtora do Jazz Club, como pesquisadora e historiadora e como blogueira no Jazz Club Argentina (jazzclub.wordpress.com).fot-wilson

 11/01/2009 – Wilson Garzon

Wilson Garzon – Contános un poco de su formación musical y sus primeros contatos con el jazz
Berenice Corti – Mi formación musical es un tanto ecléctica y poco sistemática. Crecí en una familia dedicada a la música académica, mi madre era cantante lírica profesional en el Teatro Colón de Buenos Aires y mi padre amateur, en el Coro de la Asociación Wagneriana, coros de zarzuelas y óperas… Así que cuando quise aprender música la única opción era la formación clásica, que nunca terminaba de convencerme. Un poco de piano, música barroca en flauta, algo de canto con técnica lírica… Ya grande me animé con el clarinete jazzístico, que me entusiasmó muchísimo, pero me era muy difícil compatibilizar el estudio con el manejo del club… así que una cosa fue reemplazando a la otra.

Al jazz llegué buscando una música que superara los límites que claramente mostraba la música de mi juventud, el rock. La respuesta a esto estaba en la improvisación, en la propulsión rítmica, el swing, la gran variedad de matices, de estilos, la técnica, en fin, todo lo que amamos del jazz. Y así fue cómo un pianista de música docta, amigo mío, me habló de Monk, y me compré un primer compacto de Thelonious de solo piano, y me encantó, me transportó a otro planeta. Luego seguí con Parker, Coltrane, Ella Fitzgerald, y un músico me iba llevando a otro, el camino es interminable.

WG – Como fueran los tiempos de productora cultural dirigiendo el “Jazz Club”? Quienes solian actuar allá (músicos/grupos)?
BC – Esa época fue muy intensa porque el Jazz Club vino a ocupar un espacio que se encontraba vacante, y que, por otra parte, nadie quería ocupar. Los noventa fue un momento muy terrible, porque a nadie se le ocurría que se podía emprender algo que no arrojara una ganancia considerable. Fue tanto así que algunos de los pocos espacios que quedaban en donde se tocaba jazz hacían cualquier cosa, no les pagaban a los músicos, los maltrataban, les cancelaban conciertos si aparecía otro más rentable, en fin… Entonces yo me propuse revertir eso, y que La Música (con mayúsculas) se convirtiera en lo central de un boliche. Hoy eso puede sonar raro, pero creo que en su momento era un desafío y lo logramos. Naturalmente esto acarreaba algunos problemas económicos, porque muchas veces se programaban conciertos estupendos que no tenían gran convocatoria. Esos artistas hoy llenan clubes y hasta teatros, y eso me da gran satisfacción, porque sé que el Jazz Club aportó lo suyo.

También tocaban otros músicos ya más conocidos como Javier Malosetti o Mono Fontana, o de otra generación como Héctor López Fürst o Rubén Barbieri, pero que igualmente a fines de los noventa no tenían demasiado espacio. También las jam session fueron muy importantes, porque constituían todo un evento dentro de la programación, lo mismo que la Big Band que dirigió Ariel Goldemberg, que resultó la única orquesta estable de jazz en esa época, y sin soporte económico, por supuesto, más que la venta de entradas. De todas formas creo que el Jazz Club es recordado porque allí confluyeron muchos músicos de toda una nueva camada, como Escalandrum, Ricardo Cavalli, Ernesto Jodos, Pepi Taveira, Hernán Merlo, Guillermo Bazzola, Beto Caletti, y muchos más. También teníamos una copiosa participación de cantantes (que hoy falta) y una gran variedad de estilos. Es decir, se programaba con criterio estético y artístico, intentando ofrecer un abanico de opciones todas de gran calidad para que el público se acercara al jazz y conociera y apoyara a los artistas argentinos y sus propuestas. Lamentablemente la crisis económica nos golpeó duramente (como a la gran mayoría) y tuvimos que cerrar el club en el año 2000.

WG – Que te ha llevado a crear el blog “Jazz Club Argentina”? Cuanto tiempo hace que está activo? Hicieron cambios a lo largo de este tiempo?
BC – Un año después quise empezar a recuperar esa experiencia, en una época muy difícil para el país. Comenzamos con un portal web para concentrar información sobre la actividad jazzística, ya no de Buenos Aires solamente sino de toda la Argentina. En el 2002 participamos en un programa en Radio Nacional, entrevistando músicos y difundiendo su producción (tanto la inédita como la olvidada o la recién editada). Luego retomé la programación de conciertos con un ciclo en el Centro Cultural Konex, durante tres temporadas, con el desafío de proponer alta calidad (el lugar tenía muy buena acústica, algo raro en Buenos Aires para el jazz de entonces) y en formatos reducidos. Hubo conciertos memorables, con un cuidado estético importante y toda una cosa de ceremonia, era impactante poder escuchar al final de la sala cómo el contrabajista, por ejemplo, cantaba en susurros el solo que estaba tocando. Horacio Larumbe y Rubén Barbieri dieron algunos de sus últimos conciertos de jazz allí.

En el 2004 organizamos un festival auspiciado por una empresa de internet, el gran logro fue que se hizo con entrada libre y gratuita, y fue muy masivo para lo que solía ser el público de jazz. Así que la idea era confluir finalmente en un nuevo club, lo que intentamos hacer en 2005. La experiencia fue fallida, lo que me hizo replantear prácticamente todo, no solamente lo profesional. Lo del blog fue entonces una manera de permanecer en contacto, generando un espacio para el proceso de reflexión que inicié sobre lo vivido como productora artística y cultural, y que naturalmente me llevó a formular preguntas más amplias.

WG – Contános sobre su trabajo académico como investigadora e historiadora musical.
BC – En 2006 comencé mi tesis de licenciatura sobre el jazz argentino, retomando algunas cuestiones que se venían hablando sobre todo en la prensa y también por parte de algunos músicos, relacionadas a la inclusión de elementos de música popular argentina en las nuevas composiciones jazzísticas, y a si se podía hablar de una cierta “identidad” del jazz argentino. Las conclusiones de la tesis fueron presentadas en el VIII Congreso de Estudios en Música Popular, Rama Latinoamericana, que se realizó en Lima en 2008.

Paralelamente fui abordando algunos temas que eran de mi preocupación desde la época del Jazz Club, como el espacio artístico del jazz, los problemas de la discografía independiente, las políticas culturales en música, o temas que fueron apareciendo con un brillo propio, como el jazz hecho por mujeres, el jazz latinoamericano, o el jazz de los sesenta en Buenos Aires. La cuestión de lo afro en el jazz me pareció tan relevante que se convirtió en el tema de mi próxima tesis de maestría. Toda esta producción, además de presentarla en congresos académicos, la vuelco en el blog con la esperanza de que llegue a las personas de las que hablo, o a las que les pueda resultar interesante.

WG – Que hay de positivo y negativo en la producción cultural del jazz argentino (festivales, grabadoras, jazz clubes y intercambios)?
BC – Sería un poco imprudente de mi parte hablar del circuito estando fuera, sobre todo porque en general soy bastante crítica. Pero en líneas generales creo que los problemas que pueda estar pasando el jazz en estos momentos se relacionan con los problemas de la cultura en general. De alguna forma la cultura se ha vuelto un objeto de consumo, y en función de esto se lo programa, se lo diseña, y se lo hace intervenir en la política. Yo conocí al jazz como una música de creación, de crítica, de cuestionamiento. No es sólo un producto meramente estético, también es una práctica cultural (con sus herencias y proyecciones), un impulso vital, y un espacio para lo existencial. Creo que no hay mucho espacio para eso hoy día, o al menos así parece, tanto en los circuitos cool como lo que se impulsa desde el Estado. Hay excepciones, claro, y siempre estoy atenta a lo que está pasando.

WG – Hablando del jazz contemporaneo en Argentina, cuales son los músicos y grupos que para ti aparecen con destaque?
BC – Uy, son muchísimos… Es difícil elegir. Puedo decir qué me gusta más a mí, pero es sólo una visión personal, nada más. Me encanta toda la trayectoria de Pepi Taveira, pero tiene que ver con mi afinidad con lo afro (cosa que Pepi, creo que sin saberlo, ayudó a cultivar). Carlos Lastra me parece un músico excepcional con una pasión y una energía que no te deja indemne. Escalandrum es de una riqueza que parece no agotarse. Hay tantos… Paula Shocrón, la Orquesta de Mariano Otero. Entre las últimas placas, me gustaron el homenaje de Ernesto Jodos a Lennie Tristano y el de Rodrigo Domínguez a Spinetta. Definitivamente prefiero la cosa más sanguínea, porque siento que paradójicamente es la que puede volar más alto.

WG – Que es necesario para aumentar la integración del jazz en Latino América?
BC – Supongo que conocerse, en primer lugar. Lamentablemente en nuestros países, durante mucho tiempo, se propició la relación bilateral – y dependiente- con las metrópolis, tanto en sus aspectos económicos como culturales. Y no nos damos cuenta que hay todo un mundo de experiencias, con sus similaridades y diferencias, que están muy cerca nuestro, y que representa un sinnúmero de posibilidades creativas, culturales, y también económicas para nuestras sociedades. Esto no quiere decir que nos olvidemos de Europa o los Estados Unidos, sino que trabajemos desde nuestra latinoamericanidad, por decirlo de alguna manera. Podemos empezar por ensayar alguna actividad conjunta, o enmarcar las ya existentes. Como está demostrado con la labor de Clube de Jazz en Brasil, u Holojazz en Chile, la web es una excelente herramienta.

WG – Cuales son tus próximos proyectos?
BC – Estudiar, en primer lugar. También estoy tratando de recuperar material del Jazz Club, en video, audio e imagen, para conformar un archivo del jazz de la época en Buenos Aires. En este año planeo concluir mi tesis sobre lo afro en el jazz argentino: el estudio de la cultura de raíz afro en la Argentina es un campo de investigación que siempre constituyó una deuda y desde hace algunos años se está empezando a saldar, y me interesa bucear qué rol juega el jazz en ésto. Me gustaría publicar algo. Y por lo demás estoy abierta, la investigación es una aventura que no se sabe adónde te puede llevar. ¿Es como el jazz, no?

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El Album del Jazz Club

enero 7, 09

Aproveché el envión y me decidí a escanear las fotos que tenía del Jazz Club. No son muchas, ya que en esa época (1997/2000) todavía no se había generalizado la cámara digital, y la fotografía siempre debía estar más o menos a cargo de un profesional (¡las cámaras pocket eran realmente horribles!).

De la segunda etapa, enmarcada en el funcionamiento del portal JazzClubArgentina, al menos conservé alguna que otra imagen de los eventos.

Ayudaron a completar las fotos publicadas en la prensa.

Mi objetivo es conformar un registro público de un período del jazz en Buenos Aires, al menos en el que tuve participación, como parte de mis trabajos de investigación sobre el jazz en Argentina (para más info, click aquí). Por eso, si tenés alguna otra foto o imagen relacionada al Jazz Club, te agradecería muchísimo que me envíes una copia.

Si querés darte una vuelta por lo que está recopilado hasta el momento, 64 fotos e imágenes, click aquí.

O click en la imagen:

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